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Dicas de como melhorar a saúde mental: Parte III

Dicas de como melhorar a saúde mental: Parte III

21 de julho de 2020 Gratular

Modificando hábitos

Entenda como essas mudanças podem trazer benefícios, motivar novos objetivos e como o cérebro atua neste processo.

Zona de conforto: área onde os sentimentos físicos e emocionais são seguros. Encontram-se nessa zona, pessoas que são ajustadas e acomodadas perfeitamente com as suas rotinas. É a tendência de realizar feitos conhecidos, fáceis e cômodos, evitando os medos, ansiedade ou algum tipo de desgaste.

Enfrentar determinadas dores, sair da zona do comodismo e ir além do conhecido requer autoconhecimento, determinação e coragem. As recompensas, segundo os estudos, são muitas e gratificantes. 

O estalo para mudar certas atitudes e adquirir novos hábitos pode surgir nas mais diversas situações da vida, seja em relação aos estudos, na vida pessoal, em uma consulta em que o médico orienta praticar exercícios e melhorar a comportamento alimentar, ou mesmo no trabalho, quando o chefe expõe que você precisa gerar mais resultados. O primeiro passo para mudar um hábito que traz sofrimento é ter ciência de como ele o afeta, e a partir de então, estabelecer metas, prioridades pequenas, uma por vez.

Todos nós possuímos estratégias para lidar com a rotina, os hábitos nada mais são do que a forma de agir que foi adquirida por conta das atividades repetitivas que a  rotina nos impõe. A região do cérebro responsável por processar e controlar os hábitos se chama gânglios da base. Nessa região, as tarefas habituais gastam menos energia para serem executadas, pois já estão gravadas em redes neuronais próprias e não precisam de planejamento detalhado. Dessa forma, o cérebro não investe em criar novos circuitos de sinapses neuronais, tornando-se cada vez mais automático. Infelizmente, agir no automático dá uma sensação de que é mais fácil, econômico e reconfortante, é o seu jeito natural de fazer as coisas, e acaba sendo mentalmente confortante.

A mudança nos move para fora dessa zona de conforto, exigindo a participação do córtex pré-frontal. Acionar neurônios dessa área demanda um gasto de energia significativo, por exemplo, quando exercemos o autocontrole ou o controle de impulsos. A neuroplasticidade é a propriedade do cérebro de formar novos neurônios, desenvolvendo novas sinapses neuronais. Esses novos circuitos formam novas ideias, comportamentos e insights criativos.

Com menor ou maior intensidade, todos estão sujeitos à decisão de modificar hábitos, e essa capacidade, juntamente com a neuroplasticidade cerebral está à disposição durante vários anos ao longo da vida. Dessa maneira, em um nível microscópico, por meio do reforço das sinapses e da neuromodulação, podemos obter resultados macros que levarão a novas trajetórias, experiências, com novos e bons hábitos. Tente aproveitar a experiência de mudança, aproveitando a criatividade e o tempo necessário para adotar o seu novo hábito.

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Dicas de como melhorar a saúde mental: Parte II

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21 de julho de 2020 Gratular

Passe uma tarde com amigos

   

Cultivar boas relações sociais com quem amamos é cientificamente comprovado que traz proteção e promoção de saúde mental. Esse dado diz respeito àquelas relações cultivadas não pelas redes sociais, mas aquelas em que são mantidas com encontros ao vivo com uma periodicidade regular. E não é a quantidade das relações que conta, mas a qualidade, ou seja, se você tiver poucos e fieis amigos, com quem pode contar, pode ter certeza, já tem felicidade em bem-estar garantido nesse sentido.

É nas relações sociais que desenvolvemos a nossa identidade, o bom humor, a gratidão, a paciência, o respeito pelas diferenças, a empatia.

O Suporte social é estudado nas Neurociências por meio de várias escalas de apoio social e nos questionários de qualidade de vida e tem comprovada relação com proteção e melhores prognósticos quando se trata de ansiedade, depressão, esquizofrenia e dependência química, ou seja, quem tem suporte social tem mais chance de se curar mais rápido e melhor das doenças mentais.

Não é à toa que os neurocientistas garantem que o segredo da felicidade vem da qualidade das relações sociais que se cultivou durante a vida. Sendo assim, que tal marcar aquele café com aquele amigo que nunca sai?

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Dicas de como melhorar a saúde mental: Parte I

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21 de julho de 2020 Gratular

Dedicar menos tempo às mídias digitais sociais.

Smartphones são usados para vários fins, entre os quais busca de informações, entretenimento e relações sociais, e as atividades que potencialmente representam fatores de risco de dependência de smartphones são os jogos online e interações em rede social. Quase 90% dos usuários do facebook acessam as contas pelos celulares, então as redes socias ganharam muitos adeptos depois do desenvolvimento dos smartphones. Estudos mostram que o Pinterest e o Instagram impulsionaram a dependência de smartphones em mulheres e o facebook foi indicador mais forte de dependência em homens.

Pesquisas mostraram que quanto mais jovem se é, mais tempo se gasta usando telefone celular e mais se observam problemas relacionados ao uso do dispositivo. As pessoas mais jovens estão mais acostumadas às recompensas e aos feedbacks imediatos.

Em estudo com universitários americanos e sul-coreanos, foi demonstrado que as mulheres passaram significativamente mais tempo em seus telefones por dia do que os homens. As mulheres passaram mais tempo enviando mensagens de texto e e-mails e usando serviços de redes sociais, ao passo que os universitários passaram mais tempo jogando online em computadores, mostrando que a dependência de smartphone parece ser mais alta em mulheres e em homens é mais forte a dependência de internet.

Estudos demonstram que o uso excessivo de dispositivos eletrônicos pode estar ligado a aumento de sintomas de ansiedade, depressão, somatização e isolamento social. Foi demonstrado que sintomas depressivos e dificuldade de habilidades sociais e ansiedade social tem influência positiva no grau de dependência nos telefones celulares.

Foi comprovado ainda a associação com a dependência de smartphone a prejuízo no sono, devido à emissão de luz branca e azul do dispositivo,  consequentemente trazendo prejuízos à aprendizagem, concentração e memória, trazendo ainda a perturbação e redução do desempenho acadêmico, em virtude do comportamento multitarefa, como interagir frequente ou habitualmente com o próprio telefone celular, gastando tempo enviando, respondendo mensagens, vendo vídeos e ouvindo músicas durante as aulas ou no período de provas.

Fisiologicamente, a redução siginificativa de dispositivos eletrônicos com tela coloca de imediato uma cadeia de eventos saudáveis, ajudando a a iniciar ressincronização dos ritmos circadianos, permitindo que seja secretada melatonina mais cedo à noite e em quantidades maiores. Além de ser um auxiliador do sono, a melatonina é um poderoso antioxidante e regulador do sistema nervoso central, combatendo a inflamação, protegendo o DNA, sustentando a produção de serotonina e reduzindo estresse e melhorando o humor, a energia e a concentração.

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Janeiro Branco

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21 de julho de 2020 Gratular

O mês de janeiro é celebrado internacionalmente como o mês da saúde mental e aqui no Brasil existe uma campanha chamada Janeiro Branco, como referência ao cuidado com a saúde mental. Representa, portanto, uma página em branco, onde pode ser reescrita uma nova história.

De fato, é um momento em que traz a sensação de um novo começo, renovação e novo estilo de vida. Após as festas de final de ano, em que todos somos impelidos a repensar nossas vidas, a fazer um balanço de nossas ações, chega janeiro, trazendo uma espécie de cobrança interna para que realizemos algo que faça os doze meses que temos pela frente melhores do que os que passaram. Além disso, muitos de nós passamos pela melancolia de fim de ano, e nos sentimos fragilizados no início do ano, sendo esse o momento ideal para buscar ajuda profissional e começar a cuidar da mente.

Quando se fala em saúde mental, muitos relacionam à ausência de doenças, como depressão, ansiedade, bipolaridade etc. A Organização Mundial da Saúde – OMS, entretanto, conceitua saúde como um completo estado de bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doenças ou demais enfermidades.

Em relatório emitido pela entidade, diz-se que saúde mental é “um estado de bem-estar em que o indivíduo percebe suas próprias habilidades, consegue enfrentar as situações estressantes que são comuns nas rotinas diárias e é capaz de ter uma vida ocupacional produtiva”. Assim, nosso equilíbrio mental pode ser afetado independentemente de doenças, por situações cotidianas que todos vivenciamos, como pressões internas e externas, conflitos de relacionamento, perdas ou luto, tendo reflexo inclusive na nossa saúde física e social.

A escolha da cor branca é inspiradora: é a partir do branco que toda cor pode surgir, possibilitando colorirmos nossas vidas com o tom que desejarmos, é, afinal, um convite à criatividade. E é nessa perspectiva que traremos, no próximo post, nove dicas de como podemos cuidar da nossa saúde mental.

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Síndrome de Tourette

Síndrome de Tourette

21 de julho de 2020 Gratular

O que é

A síndrome de Tourette (ST) é caracterizada pela presença de tiques motores e vocais (movimentos ou barulhos súbitos, repetitivos e rápidos) que interferem significativamente na vida do paciente. Ocorre em 1% da população e costuma manifestar-se na infância, entre dois e quinze anos de idade. Os principais tiques são:– Motores: piscar os olhos, virar a cabeça, encolher os ombros, fazer caretas, estirar a língua, fazer gestos obscenos (copropraxia), beliscar-se ou bater-se (movimentos autoagressivos) entre outros;– Vocais: pigarrear, fungar, emitir sons (hum, hum, por exemplo), repetir palavras ou frases logo após ouvi-las (ecolalia), repetir várias vezes a mesma palavra (palilalia), dizer palavras obscenas (copropalia), dar pequenos gritos, etc.

Qual a causa da ST?

A ST tem base genética, com desencadeantes ambientais. Seu início pode ocorrer logo após grandes estresses físicos ou emocionais. Doenças infecciosas (encefalite e coreia de Sydenham, por exemplo), episódios febris e outros agravos físicos estão presentes no início do quadro em 26% dos casos.

Como se diagnostica a ST?

Para que a ST seja considerada, os tiques precisam ocorrer pelo menos durante um ano, sem que tenha havido um intervalo livre de tiques por mais de três meses. O diagnóstico deve ser realizado em uma consulta médica psiquiátrica, na qual é avaliado o histórico do paciente e observado os tiques. É necessário excluir causas neurológicas para os tiques. É comum a ST estar associada à outros transtornos, como o TOC e o transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).

Como tratar a ST?

As possibilidades de tratamento incluem: medicação, terapia psicoeducacional e, em um número ínfimo de casos refratários, cirurgia. É importante ter em mente que: 

1) 100% de melhora é raro;

2) a resposta ao tratamento é individual, cada pessoa responde às medicações e/ou as tolera de forma diferente;

3) as medicações precisam de tempo para fazer efeito (pelo menos um a dois meses);

4) as doses podem ser individualizadas;

5) pode ser necessária a combinação de medicamentos;

6) tiques oscilam ao longo do tempo, com e sem medicamentos;

7) pode ser necessário psicoterapia para o paciente e seus familiares;

8) os casos que precisam de cirurgia são a minoria;

9) paciência e um médico experiente no acompanhamento são fundamentais.

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Transtorno da Ansiedade Social (TAS)

Transtorno da Ansiedade Social (TAS)

21 de julho de 2020 Gratular

O que é ansiedade social?

A ansiedade social é o medo de situações que envolvem interação com outras pessoas e está relacionado ao medo e à ansiedade de ser negativamente avaliado ou julgado por outras pessoas. Os seres humanos têm diferentes traços de timidez ou extroversão, e algum grau de ansiedade na interação social está presente em grande parte das pessoas e pode até ser considerado positivo.

O que é transtorno de ansiedade social (TAS)?

É um transtorno crônico (não desaparece por conta própria). Nele, a ansiedade social persistente causa sofrimento e prejuízo significativos para o indivíduo. Exemplos de situações que geram ansiedade importante no TAS incluem: ser apresentado a outras pessoas, ser provocado ou criticado, ser o centro das atenções, ser observado enquanto faz algo, como comer, falar ou escrever, relacionar-se com figuras de autoridade, encontros sociais, especialmente com estranhos, estar em círculo onde chega a sua vez e a pessoa precisa dizer algo, início de relacionamentos românticos. As manifestações fisiológicas que acompanham a ansiedade social podem incluir medo intenso, coração acelerado, vermelhidão ou rubor, transpiração excessiva, garganta e boca secas, tremores (medo de pegar um copo de água ou usar utensílios para comer), engolir com dificuldade e contrações musculares, particularmente em torno do rosto e pescoço. Constante, intensa ansiedade que não desaparece é a característica mais comum.

As pessoas com TAS sabem que sua ansiedade é irracional e não faz sentido, mas pensamentos e sentimentos de ansiedade persistem e não mostram sinais de ir embora.

Quando vistas pelos outros, as pessoas com ansiedade social são muitas vezes interpretadas como sendo tímidas, quietas, inibidas, distantes e desinteressadas do contato social. Paradoxalmente, as pessoas com ansiedade social querem fazer amigos, ser incluídas em grupos, e serem envolvidas em interações sociais. Embora as pessoas com ansiedade social queiram ser amigáveis, abertas e sociais, é o medo (ansiedade) que as mantém afastadas.

Como é o tratamento do TAS?

A medicação é útil para muitos portadores de TAS, sendo que a classe de medicação mais usada são os antidepressivos. Vários estudos indicam que a associação da medicação com modalidades ativas e estruturadas de psicoterapia, como a terapia cognitivo-comportamental, é a que apresenta mais benefícios a longo prazo.

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Transtorno do Pânico

Transtorno do Pânico

21 de julho de 2020 Gratular

Transtorno do pânico: o que é.

Um ataque de pânico é uma crise de ansiedade intensa, de início súbito, repentino, em que há muito medo ou desconforto intenso, que dura cerca de dez a vinte minutos, resolve-se em aproximadamente sessenta minutos e pode cursar com pelo menos quatro dos seguintes sintomas:

Medo de morrer;

Medo de enlouquecer;

Sensação de falta de ar ou sufocação;

Suor frio ou calafrios;

Tremores;

Palpitações ou sensação de aceleração cardíaca;

Dor ou desconforto no peito (sensação de angústia);

Náuseas ou desconforto abdominal;

Tonturas, sensação de desmaio iminente;

Dormência ou formigamentos;

Sensação de estar em choque;

Sensação de estar fora de si ou desconectado da realidade;

Como muitos dos sintomas do ataque de pânico são similares aos das doenças cardíacas, distúrbios da tireoide ou pulmonares, não é incomum que muitos pacientes procurem emergências clinicas quando experimentam os sintomas, convencidas de que possuem alguns problemas que lhe ameacem a vida.

O transtorno de pânico, portanto, acontece quando há uma repetição dos ataques de pânico e a pessoa fica preocupada com a possibilidade de ter um ataque de pânico em situações inesperadas ou constrangedoras. Alguns portadores do transtorno passam a evitar situações ou lugares em que haja a possibilidade de apresentar um ataque de pânico, com risco menor de serem socorridas ou de procurarem ajuda, o que costuma-se chamar de agorafobia. A agorafoia acontece, quando o individuo passa a evitar lugares públicos, fechados, com quantidade maior de pessoas, onde a fuga imediata pode ser dificultada, como supermercados, shoppings, ônibus, igrejas, festas, etc. Uma a cada três pessoas que contrai o transtorno do pânico acaba desenvolvendo agorafobia.

A causa do transtorno de pânico é uma somatória de fatores genéticos e ambientais, sendo duas vezes mais comum em mulheres que em homens. Estudos indicam desregulação de mediação das respostas de medo e ansiedade de regiões cerebrais em portadores do transtorno.

O tratamento é feito, usualmente com psicoterapia associada a medicações que inibem a ocorrência de novos ataques e que inibem as alterações cerebrais subjacentes, fármacos esses tradicionalmente chamados de antidepressivos. Em alguns momentos, principalmente no inicio do tratamento, pode-se lançar mão de medicamentos chamados ansiolíticos para serem usados nos momentos dos ataques e reduzirem momentaneamente os sintomas ansiosos, melhorando a adesão ao tratamento e inclusive a adesão à psicoterapia.

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Depressão: entender para tratar

Depressão: entender para tratar

21 de julho de 2020 Gratular

A depressão é caracterizada por estado de humor depressivo e/ou falta de interesse, motivação, redução na energia mental e física, baixa autoestima, sentimentos de menos valia, inutilidade, ausência da capacidade de sentir prazer, alegria e felicidade. Pode apresentar ainda alentecimento neuropsicomotor (movimentação e pensamentos mais lentos), alterações no padrão de sono, do apetite, e da função sexual. Pode haver ainda, tendência ao isolamento social e dificuldades de expressar o que está sentindo.

Frequentemente, o indivíduo pode apresentar a sensação de que a vida perdeu o sentido e pensamentos de morte e comportamento suicida podem aparecer. Nesse estágio, o paciente está precisando de ajuda médica.

O quadro depressivo varia sensivelmente de acordo com cada pessoa e é comum que haja oscilação do quadro com o passar do tempo, por exemplo, o indivíduo pode se sentir bem durante um período do dia, mas durante outra fase, apresentar sintomas depressivos. Isso pode atrasar a busca por ajuda médica, sendo necessária a intervenção de familiares para que isso aconteça.

A depressão pode constituir-se de um único episódio, mas é comum a recorrência de episódios depressivos ao longo do tempo. O transtorno depressivo compromete seriamente as relações afetivas, profissionais, acadêmicas e cognitivas, comprometendo inclusive a saúde clínica do indivíduo.

O aumento do estresse relacionado às demandas da vida moderna são uma das causas da depressão que tem origem multifatorial, dependendo de fatores genéticos e hereditários, fatores ambientais, como o luto por uma perda de ente familiar ou de um emprego, experiências situações traumáticas, como a violência. A depressão pode aparecer ainda de uma condição clínica, pelo uso de algumas medicações ou ainda pelo consumo de substâncias psicoativas.

O diagnóstico deve ser feito por um médico, psicólogos e outros profissionais de saúde podem identificar sintomatologia depressiva e encaminhar ao especialista para confirmar o diagnóstico.

Os sintomas devem estar presentes por, no mínimo, duas semanas, causando prejuízo em áreas importantes da vida do indivíduo, sendo necessária detalhada investigação clínica para descartar outras doenças como causadoras dos sintomas.

Atualmente, há recursos diversos e eficazes para se tratar a depressão. Mesmo nos episódios depressivos leves já podem ser disfuncionais. O tratamento, portanto, deve ter como foco a melhora e recuperação global, que geralmente se faz com uso de medicamentos associados a psicoterapia.

No primeiro episódio, o tratamento dura cerca de oito meses a um ano, e nos casos de depressão recorrente, o tratamento dura por um período bem maior para evitar recaídas e recorrência de novos episódios da doença.

A manutenção de hábitos de vida saudáveis é fundamental e inclui um cuidado especial com a rotina de sono, alimentação, prática de atividades físicas e abandono ao uso de álcool e substâncias psicoativas.

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Como é realizado um atendimento psiquiátrico?

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18 de fevereiro de 2020 Gratular

Diagnóstico
O Diagnóstico em psiquiatria é eminentemente clínico e realizado a partir do acolhimento da queixa principal do paciente, associada a uma Entrevista Psiquiátrica pormenorizada e um Exame do Estado Mental bem detalhado.

Com essas três ferramentas, na grande maioria dos casos, o psiquiatra experiente está apto para diagnosticar os mais diversos tipos de transtornos mentais. Importante lembrar que o diagnóstico psiquiátrico é embasado em suspeitas ou hipóteses diagnósticas, que podem se manter ou se modificar, no decorrer do acompanhamento clínico. Por isso, costumamos inferir que o diagnóstico psiquiátrico não é uma fotografia, mas uma filmagem, daí a importância do acompanhamento psiquiátrico seriado.

Durante o acompanhamento, poderemos nos munir de avaliações laboratoriais, exames de imagem, pareceres e avaliações de outros médicos especialistas, no intuito de detalhar a investigação diagnóstica e afastar outras causas clínicas que possam estar coexistindo ou sendo as responsáveis pelo quadro psicopatológico em questão.

Tratamento com foco em prevenção primária
O conceito de prevenção primária diz respeito à capacidade de evitar o surgimento das doenças, no caso, os transtorno mentais. Para quem visa prevenir o aparecimento dos transtornos mentais, estudos indicam que um dos principais fatores de proteção é o Suporte Social em todas as áreas, como a afetiva, a familiar, bem como no ambiente escolar, acadêmico ou profissional, além do apoio de amigos. Trata-se uma grande rede de apoio de pessoas com quem se pode contar e tem significativa importância no enfrentamento das dificuldades.

Outros fatores protetores contra as doenças mentais são a prática regular de atividades físicas, manutenção de atividades de espiritualidade ou religiosidade frequentes, além de hábitos cotidianos saudáveis, como preservar uma rotina de sono adequada e um comportamento alimentar educado, priorizando pela Nutrição balanceada e consciente.

A Psicoterapia, com foco em técnicas e abordagens de eficácia cientificamente comprovadas, como a Análise do Comportamento, exercida por um profissional devidamente habilitado, também é importante fator de proteção aliado à Psiquiatria no Tratamento de Prevenção Primária dos distúrbios mentais.

Tratamento com foco em remissão e recuperação
O tratamento objetivando a remissão e a recuperação diz respeito à prevenção secundária, quando um transtorno psiquiátrico já se instalou. Esse tipo de tratamento difere significativamente, dependendo das particularidades de cada paciente, por isso deve ser individualizado. O tratamento pode ser realizado apenas com psicoterapia, em algumas situações, há a necessidade de se associar o tratamento psicofarmacológico ao suporte psicoterápico e, inúmeras vezes, faz-se necessário o apoio de rede de profissionais com atuação multidisciplinar, tais como serviço social, terapia ocupacional, fonoaudiologia, enfermagem, psicopedagogia, nutrição, dentre outros. Em casos mais específicos, há demanda de internamento hospitalar ou de Eletroconvulsoterapia. Um psiquiatra bem preparado irá indicar o tratamento mais adequado a cada caso em questão.

Vale mencionar a importância dos dos conceitos de resposta, remissão e recuperação. A resposta diz respeito a uma melhora clínica percebida pelo paciente de menos de 50% dos sintomas, a remissão caracteriza que o paciente remitiu de mais de 50% de sua sintomatologia e, dizemos que o paciente atingiu a recuperação, quando está 100% recuperado de todo o sofrimento mental que o acometia. Tem como foco a prevenção de recaídas, essa acontece quando o paciente atinge a remissão, mas volta a mostrar-se sintomático, tendo demanda de ser reavalidado pelo psiquiatra assistente.
Reabilitação
A reabilitação ou prevenção terciária já prepara o paciente para o retorno à sua funcionalidade anterior, para que possa se sentir plenamente capaz em todas as áreas de sua vida. Diz respeito à fase de manutenção, que em psiquiatria, dura no mínimo seis meses, dependendo de cada caso e prepara o paciente para sentir-se curado, independentemente de alta do uso dos medicamentos ou se terá de manter o tratamento farmacológico e psicoterápico apenas a título de prevenção de recorrências. A Recorrência acontece quando o paciente consegue atingir a recuperação, inicia o tratamento de manutenção e, por inúmeros motivos, volta a apresentar a sintomatologia anterior, ou seja, apresenta recidiva dos sintomas, devendo, nesse momento ter reavaliação psiquiátrica pelo médico assistente, com objetivo de retomar a fase de melhora e recuperação clínica.

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Transtorno do Espectro Autista (TEA)

Transtorno do Espectro Autista (TEA)

18 de fevereiro de 2020 Gratular

O que é?

O TEA é caracterizado pela alteração do neurodesenvolvimento, com déficits específicos em:

– Linguagem, com dificuldade de expressão e comunicação (dificuldade de entendimento de palavras, perguntas, brincadeiras, repetição de palavras e frases sem sentido ou significado, etc);

– Socialização, com baixo índice de interação social (pouco ou nenhum interesse em se relacionar com outras pessoas, evitação do contato visual, ausência de envolvimento emocional), isolamento social (vivendo em um universo individual e particular);

– Padrões de movimentos repetitivos e estereotipados, como bater palmas, estalar os dedos, movimentação da cabeça ou dos membros, dentre outros;

– Perfil de interesses restritos, como obsessão por um determinado assunto, como esporte, carros, números, animais, etc.)

A caracterização como espectro autista significa que a síndrome se manifesta em ampla gama de intensidade, variando desde casos bem graves, com retardo mental associado, até o autismo de alto funcionamento, no qual o paciente apresenta bom funcionamento da linguagem e da inteligência, com ilhas de capacidades cognitivas.

Não foi estabelecido um consenso sobre a origem e os causadores do TEA, contudo é sabido que fatores genéticos tem papel importante no quadro. Uma das hipóteses aceitas seria a combinação de vulnerabilidade genética e exposição precoce a fatores ambientais ainda não determinados. Há registros atuais do aumento do numero de casos na ultima década, que pode ser decorrente da mudança de critérios diagnósticos e da maior informação da população geral, associado a um aumento de fato no numero de casos.

O diagnostico do TEA é realizado baseado na observação dos sintomas característicos, entrevista com familiares e educadores envolvidos, avaliação neuropsicológica, avaliando linguagem e interação social e avaliação orgânica, determinando o grau de funcionamento e gravidade do quadro.

O tratamento do TEA é multidisciplinar, envolvendo medicação, terapia psicoeducacional, comportamental, fonoaudiológica e orientação familiar.

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